Sou muito picuinhas e detesto que mexam nas minhas coisas, principalmente quando não lhes sabem dar o uso devido.
*(Cada macaco no seu galho)
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Trapezistas

Há relações que não assentam sobre qualquer base ou estrutura. Vivem em suspensão, sem saber muito bem o que as alimenta ou faz persistir. Será o hábito, o medo, a teimosia, a falta de amor próprio?
Talvez não haja uma resposta e sim várias, talvez nunca admitam e façam persistir esta relação de "trapezistas" que andam pelo ar, que balouçam numa tentativa de aproximação, mas a falta de balanço não os deixa jamais chegar ao outro.
Frustrante este constante desencontro que anuncia um fim, tantas vezes adiado...
Espero que tenhas a coragem de te deixar cair na rede, cair pode significar sair a ganhar. Deixa-te cair para depois poderes voar mais alto, deixa-te de teimosia e medos, deixa que o amor próprio vença e verás que um dia encontras o "balanço" certo, o que te vai fazer desejar não mais sair da maravilhosa dança entre dois trapezistas cúmplices que mesmo no ar sentem a segurança de poder voar para onde quer que seja. Com a certeza e a confiança de quem sabe o que é verdadeiramente o Amor!
(A confiança será sempre a base de uma dupla de sucesso)
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
sábado, 29 de janeiro de 2011
Waitting for you...
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Velhas a prazo...

Em busca da juventude eterna arranjam maridos e namorados muito mais novos. Imediatamente, e como consequência directa, vem o aumento das inseguranças. De repente querem ter novamente 20 anos e a conversa pura e simplesmente resume-se a operações plásticas, botox, silicone e afins...Já tenho o mestrado desta conversa da treta e cada vez mais acho muito triste não se saber envelhecer. Esta preocupação desmedida com a "embalagem" em detrimento do que realmente importa é uma verdadeira obsessão, uma doença que as leva a cometer "disparates" cujo o resultado final nem sempre agrada. Até porque não há cirurgia que tire um pescoço ou mãos de velha. Todos queremos envelhecer o melhor possível, mas daí a tornar-mo-nos em velhas ridículas, isso nunca.
Plásticas e mais plásticas, depressões, frustrações, psicanálise e afins. E uma lobotomia, não? É que saía mais barato e provavelmente ficavam curadas de vez...
(e eu que as ature....)
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