segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
..és fantástico...
...alguém que me faz num dia de neura ter um sorriso de orelha a orelha só pode ser muito especial e importante. Já tinha desligado o pc, ia a caminho da cama e tive de voltar para trás, porque que queria mesmo, porque precisava de dizer ,aqui no meu mundinho, que és FANTÁSTICO, que pessoas como tu conheço muito poucas, que pessoas como tu merecem tudo, merecem sempre ser felizes, merecem o mundo..acredita! Agora já vou dormir muito mais descansada, foram só cinco minutos que perdi do meu sono, mas que ganhei em bem estar, és muito importante, não me importo de dizer aqui, perante todos, que te adoro amigo, que o teu sorriso me faz falta, que ocupas um lugar especial nos meus sorrisos....desculpa, mas não resisti! É mesmo para ti, para quem mais poderia ser:"viva la vida"...
domingo, 18 de janeiro de 2009
..guess what..guess who...guess again...
...depois de um dia um bocadinho entediante, nada como receber um longo telefonema de um amigo louco, que por razões profissionais e não só , tem estade distante.
Atendo o telefone e ouço um habitual: guess what? Desato a rir e cá vai a minha deixa de sempre: guess who? Recebo como resposta um "guess again"...bom, agora começo a ficar baralhada...A minha deixa é sempre perguntar quem é agora, o que terá mudado? Parece que muito, até as frases que sempre fizeram sentido um dia deixam de fazer. Meu Deus, não estou acreditar no que me contas! A pergunta deixou mesmo de fazer sentido, e ainda bem, já se tornava um jogo difíçil e repetitivo adivinhar o nome das tuas conquistas. Cresceste amigo, e em boa companhia, e olha que houve muitas alturas em que me era difícil acreditar que isso era possível. Sentimento estranho, afinal quase que impedi que se aproximassem.
Tantas noites me ri do mulherio que nunca te largava e desse teu coração gigante sempre pronto a amar. Eu sempre apresentada como a irmã, a mana que acabava sempre abandonada pela madrugada, enquanto tu partias em busca de prazer efemero. E ao domingo, eu sempre de telemovel ligado no caso de ter de te ir buscar, sabe-se lá onde, quase que merecia um gps de prenda....Fui mais que tua mãe, sempre pronta a dar-te colo e mimo quando me dizias que nada daquilo te fazia feliz, e prometias que mudavas, e mudavas, até à semana seguinte. E eu sempre lá. Nisto tudo só havia um mistério, sempre me interroguei onde terias tu pernoitado naquele fim de semana alentejano. É que tinhamos um quarto duplo e só te vi na hora da saída e com um grande sorriso, grande amigo me saiste...
Agora acho que tenho a resposta, e também sei porque nunca me revelaste, sabias que se o fizesses levavas nas orelhas, grandes sacanas que bem me enganaram. Estavas bem avisado: se a magoas estás tramado comigo. E a ela só lhe disse: não te metas nisso, é um grande amigo, adoro-o, mas nunca o recomendaria a uma amiga.
É tão bom saber que não me ligaram nenhuma, que me enganei redondamente, que estão felizes e que realmente as pessoas merecem ter a oportunidade de mudar.
Agora vou ficar aqui à espera desse abraço apertado em que me vais dizer que: agora sim, és feliz...depois disso não quero adivinhar mais nada...
Atendo o telefone e ouço um habitual: guess what? Desato a rir e cá vai a minha deixa de sempre: guess who? Recebo como resposta um "guess again"...bom, agora começo a ficar baralhada...A minha deixa é sempre perguntar quem é agora, o que terá mudado? Parece que muito, até as frases que sempre fizeram sentido um dia deixam de fazer. Meu Deus, não estou acreditar no que me contas! A pergunta deixou mesmo de fazer sentido, e ainda bem, já se tornava um jogo difíçil e repetitivo adivinhar o nome das tuas conquistas. Cresceste amigo, e em boa companhia, e olha que houve muitas alturas em que me era difícil acreditar que isso era possível. Sentimento estranho, afinal quase que impedi que se aproximassem.
Tantas noites me ri do mulherio que nunca te largava e desse teu coração gigante sempre pronto a amar. Eu sempre apresentada como a irmã, a mana que acabava sempre abandonada pela madrugada, enquanto tu partias em busca de prazer efemero. E ao domingo, eu sempre de telemovel ligado no caso de ter de te ir buscar, sabe-se lá onde, quase que merecia um gps de prenda....Fui mais que tua mãe, sempre pronta a dar-te colo e mimo quando me dizias que nada daquilo te fazia feliz, e prometias que mudavas, e mudavas, até à semana seguinte. E eu sempre lá. Nisto tudo só havia um mistério, sempre me interroguei onde terias tu pernoitado naquele fim de semana alentejano. É que tinhamos um quarto duplo e só te vi na hora da saída e com um grande sorriso, grande amigo me saiste...
Agora acho que tenho a resposta, e também sei porque nunca me revelaste, sabias que se o fizesses levavas nas orelhas, grandes sacanas que bem me enganaram. Estavas bem avisado: se a magoas estás tramado comigo. E a ela só lhe disse: não te metas nisso, é um grande amigo, adoro-o, mas nunca o recomendaria a uma amiga.
É tão bom saber que não me ligaram nenhuma, que me enganei redondamente, que estão felizes e que realmente as pessoas merecem ter a oportunidade de mudar.
Agora vou ficar aqui à espera desse abraço apertado em que me vais dizer que: agora sim, és feliz...depois disso não quero adivinhar mais nada...
..maybe tomorrow...
..inverno! Estou farta de inverno. Preciso que o sol me aqueça a alma, hoje é o que sinto, falta-me aquele calor que me conforta o espírito, que me faz sorrir ainda mais, faz-me falta...Mas é mais uma tarde de chuva, faz frio lá fora, hoje não resisto e deixo que a neura se apodere um bocadinho de mim, com ela não estou só e talvez possamos ter uma conversa honesta. Filmes e mais filmes à lareira, um quentinho que me aqueçe o corpo, quase que parece a tarde perfeita de domingo, mas parece que esse calor não é suficiente, não me sinto triste ou chateada, mas não posso negar que há por aqui um vazio. Deve ser de estar à tanto tempo calada, hoje nem a neura me dá luta. Podia tentar contrariar isto, até já agarrei no telefone umas quantas vezes, pousei-o sempre. O melhor é resignar-me a este estranho dia de inverno, de retiro espiritual, aproveitá-lo para entrar profundamente no meu eu. Hoje é com ele que conto, é só com ele que fico, qual acto egoistsa, hoje estamos sós a acreditar que, se nada é por acaso, também este domingo vazio terá uma explicação...aguarda-mos, até porque amanhã é outro dia. Como tenho hábito de dizer: maybe tomorrow...
...porque sim...
...se me ouvirem responder a algo com um "porque sim", não pensem nunca que é para despachar. Se eventualmente respondo: "porque sim", é mesmo porque sim, porque quero, porque decidi assim...Acredito que havemos de ser sempre muito mais, só "porque sim", porque o queremos. Precisamos é de o querer mesmo, com convicção, mesmo sabendo que alguns dos nossos sonhos podem nunca se concretizar, mas acreditamos que podem vir a ser reais, nem que seja "porque sim"....
...a sonhar...
...Hoje ficava por aqui só para te sentir, para ter o teu olhar, se é que mo podes dar...mas queria-o aqui para me embalar. Dá-me a tua mão, entrelaça os teus dedos nos meus, beija-me ou encosta simplesmente os teus lábios aos meus, sussura-me ao ouvido e diz-me que estás aqui, abraça-me para sentir o teu calor, faz-me acreditar e, por fim, aconchega-me nos teus braços e deixa-me continuar a sonhar....
sábado, 17 de janeiro de 2009
...ready or not...
...há muito o hábito de nos perguntarem se estamos ou não preparados para isto ou para aquilo. Às vezes nem sei o que responder. Se me perguntarem se estou preparada para os 100m barreiras, provavelmente não, de atleta olímpico não tenho muito, mas acredito que se fizer disso um objectivo eu posso lá chegar. Já saltei tantas barreiras que pensava intransponíveis, para as quais pensava não estar preparada, que sei ,que só perante a situação é que tenho uma resposta. Neste momento costumo responder que estou preparada para tudo o que me faça feliz...
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
..realidade e ficção...
...Até à bem pouco tempo eu diria sempre que a realidade supera a ficção. Hoje pensando por acaso no assunto, vejo que no fundo a realidade não existe. O que é a realidade? Se vivermos exactamente o mesmo momento a minha realidade será igual à tua? Óbvio que não, impossível. Então como podemos saber qual realidade? Será sempre só nossa, a nossa imagem dos acontecimentos, uma ficção...Na minha realidade eu sou o realizador e o actor principal, junto-lhe as minhas emoções, os meus valores, dou tudo de mim em prol desta obra. Por isso mesmo, e porque somos únicos, a nossa realidade nunca poderá ser a mesma e isso às vezes até nos traz dissabores, na montagem final podemos sempre achar que este ou aquele plano entraria no filme, e nem sempre escolhemos os mesmos, é a liberdade de cada um na sua própria obra. Somos todos bons realizadores, a ficção , a imagem enchem-nos os dias, é da nossa responsabilidade o argumento, a acção.
Som, luz, silêncio e acção é aqui que tomamos a cadeira de realizador, construimos a nossa realidade, à nossa maneira. Dia a dia , a cores ou a preto e branco, com ou sem som, a obra de ficção nasce e cresce. Um dia, provavelmente, acabará empoeirada num qualquer recanto, mas interessa é o empenho enquanto a realizamos, é a nossa criação e temos de dar o melhor, quem sabe um dia esta ficção nos traz um oscar...
Som, luz, silêncio e acção é aqui que tomamos a cadeira de realizador, construimos a nossa realidade, à nossa maneira. Dia a dia , a cores ou a preto e branco, com ou sem som, a obra de ficção nasce e cresce. Um dia, provavelmente, acabará empoeirada num qualquer recanto, mas interessa é o empenho enquanto a realizamos, é a nossa criação e temos de dar o melhor, quem sabe um dia esta ficção nos traz um oscar...
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