segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Muito se tem escrito e dito sobre o estranho caso que envolve a morte macabra do colunista social Carlos Castro.
Ninguém tem o direito de tirar a vida a ninguém, é um facto. Outro facto é que cada vez mais há jovens dispostos a arriscar quase tudo em troca de fama... Só sei que na cidade dos sonhos se viveu um verdadeiro pesadelo. Não faço ideia do que se terá passado naquele quarto, o que poderá desencadear tamanha fúria em alguém, o que levará alguém a "cegar" por completo e cometer tão hediondo crime. Sei que, como muitas vezes me acontece nos filmes, consigo ter pena do "bandido". Não deixo de pensar que num acto de loucura um jovem acaba por desperdiçar toda a vida que tinha pela frente. Ali deu-se uma qualquer uma mistura explosiva que deitou pelo ar todo e qualquer sonho. Sem dúvida que o objectivo fama foi bem conseguido, pelas piores razões é certo. Naquele quarto, em pleno centro do mundo, acabaram por morrer duas pessoas e isso é sempre de lamentar.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

O amor é algo muito relativo.
Para mim é querer, é desejo, é respeito e mais uma série de adjectivos que me deixam com um enorme sorriso por os poder saborear e ser muito mais feliz.
Mas isto do amor tem muito que se lhe diga. O amor pode ser direccionado em diversas vertentes.
No caso da Mariana o "verdadeiro amor" é despoletado por carteiras bastante recheadas que lhe permitam ter uma vida temporariamente recheada de luxos que agradam a qualquer um de nós.
Agora ter a capacidade de por os sentimentos de parte e conseguir usufruir somente do melhor da vida, isso já não está ao alcance de todos! E eu diria que felizmente! Na minha mentalidade algo retrógrada isto chama-se prostituição de luxo. Mas não posso deixar de lhe reconhecer mérito: já viveu em muitas casas e nunca pagou uma renda, já viajou por grande parte do mundo sem gastar um tostão, tem um guarda roupa de fazer inveja, todos os aparelhos de novas tecnologias....
Nem sei se este modo de vida lhe causa algum constrangimento, penso que os objectivos estão tão definidos que a palavra amor e os sentimentos a ela associados foram transferidos para os prazeres luxuosos e não fica qualquer réstia de mágoa. O que sei é que depois de mais uma relação, em que até já estava noiva, ter fracassado ela não apresenta qualquer tristeza com o facto....Afinal parece que fechadas as contas foram só vantagens.
Não somos todos os iguais, tristezas não pagam dívidas, apesar da crise ainda há por aí belas carteiras e há os que não precisam do amor para serem mais felizes, mas jamais o seriam sem uma série de bens materiais.
Venha o próximo alvo...que há muitas diferenças entre encontrar o amor ou um "Sr de posição"!

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Há os que não tomam uma decisão sem pedir opinião a meio mundo, os que têm de consultar os astros ou ir à bruxa, os que têm guias espirituais e agora a moda é a o psicanalista...
Isto é muita doideira para a minha cabeça. Mas será que toda esta gente já deixou de pensar por si mesmo?
Eu acho é que esta gente tem dinheiro a mais na carteira e cérebro a menos, o que ninguém acreditaria pois são pessoas muito conceituadas e influentes na sociedade.
(Ai se vocês soubessem....)

Confesso que isto me assusta e muito!

sábado, 1 de janeiro de 2011


Só vos posso dizer que entrei o ano em espírito Zen. É que em menos de 12 horas a minha avó já me obrigou a ver a "casa dos segredos" por duas vezes. É caso para dizer que se os níveis de paciência se mantiverem assim eu estou prestes a transformar-me numa santa. Ai, ai...o que vale é que ainda é dia 1!

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010


Nesta altura do ano irrito-me sempre como facto de toda a gente achar que tenho de festejar isto ou aquilo. Um "viva" para as datas impostas pelo calendário.
É a ceia, é o dia de Natal, são os presentes, são as "telhas" dos que não gostam da época...É a questão do que com quem se passa o quê. E,, como se não bastasse vem logo de seguida a passagem de ano. Lá vem a má disposição de uns, a euforia de outros, o achar que todos temos de ter um plano e lá vem a estúpida forma de encarar as datas impostas pelo calendário como se de uma obrigação se tratasse. Lá vem o jantar, as passas, as roupas e os brilhos, o champanhe e os que nos querem para almoçar no dia seguinte, porque é o primeiro dia de um novo ano, porque é simplesmente mais um dia 1?!
E lá venho eu, "do contra", a lixar-me para a tradição e os bons costumes e com a certeza absoluta de que o que torna esta data especial é estar feliz, ter saúde, estar contigo e de folga. O meu maior sonho de passagem de ano é poder descansar dos dias agitados que este ano tem trazido.
Com festa ou sem, com vestido de gala ou de pijama, que suspeito será a minha fatiota, só desejo a todos um ano repleto de sorrisos!

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

A Carlota tem uma paixão mal resolvida e tenta a todo o custo fingir que já esqueceu tudo e que está preparada para dar início a uma nova relação. Então tenta conhecer novas pessoas na esperança de encontrar o seu príncipe encantado...
As aventuras sucedem-se numa espécie de trágico-comédia. Primeiro um playboy que tinha tanto de bimbo como de machista. Segue-se um rapaz muito bem apessoado que todos o que o conhecem apregoam como sendo um gentleman cheio de boas qualidades e maneiras.

E lá se aperaltou a Carlota para um encontro que começou muito bem. Boa disposição, boa conversa, boa aparência. Mas nem tudo o que brilha é ouro e lá acaba o encontro de forma brusca quando o dito príncipe deixa claro que está ali simplesmente para lhe "saltar para cima" e lá se foram as boas maneiras.
Lá vem a Carlota toda desiludida, mais uma vez, a dizer que não tem sorte nenhuma!

Felizmente nunca me sujeitei a situações destas, sempre tive a impressão de que saídas forçadas com ilustres desconhecidos eram meros "fretes" e a única situação de que me recordo foi um jantar com um rapaz bastante simpático que me pareceu à procura de uma namorada e isso foi o suficiente para me irritar e ter vontade de desaparecer dali para fora e saí...(pobre coitado que deve ter ficado a pensar o que terá feito de mal).

Sabes o que te digo miúda: há coisas que não se procuram, encontram-se!

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Suspeito que a ceia de Natal caiu mal a muito boa gente!
Há quem nunca esteja
satisfeito com nada e, como se não bastasse, parece que só se contentam a prejudicar o trabalho e a vida dos outros...
Se existisse um verdadeiro controle da sanidade mental este país em vezes de estádios teria construído era manicómios....