domingo, 21 de junho de 2009
Meias e peugas...
Todos nós temos o hábito de prestar atenção a alguns pormenores. Sou muito observadora, reparo muito em gestos e atitudes. Pormenores físicos nem tanto, embora confesse que reparo em mãos e bocas. Depois há coisas engraçadas e que devem ser genéticas. Quando um destes dias me ri de ouvir a minha prima a dizer que determinado rapaz era bem engraçado, não fosse os sapatos de velho que calça usualmente, lembrei-me que eu costumo reparar em meias. Estranho? Nem por isso. Na verdade acho que umas meias podem dar cabo de toda uma imagem. É frequente ver pessoas impecavelmente bem vestidas que quando cruzam a perna denunciam a falta de cuidado com o que está semi escondido. Acho um horror que só se trate do que é mais visível. Vamos lá ter cuidadinho com a peúga. Sei que estamos em crise, mas já há sítios onde se vendem meias baratinhas. Isto de calçar a meia semi gasta que já foi à máquina 678 vezes não dá com nada.....
sábado, 20 de junho de 2009
Coisas da lua
A lua tão longe e tão perto!
Já passámos horas juntas, costumo até dizer que passo por lá muitas horas. Há até alguma cumplicidade entre nós depois de tantas horas juntas. Diria que ela tem algum poder sobre mim. Por vezes as fases da lua influenciam-me, o que não é de estranhar visto sermos essencialmente constituídos de água e ser a lua a responsável pelas marés. Não mudo propriamente de "maré" cada vez que muda a lua, mas a verdade é que por exemplo lua cheia me desperta os sentidos...
E toda esta história sobre a lua, onde havia tanto para dizer, é posta aqui por um motivo muito especial: esta semana tive o prazer de conhecer o último homem que pisou a lua. Um senhor extraordinário com um humor fantástico que me perguntou se eu gostava de ir à lua. Desiludi-o com um não. Na verdade este é um amor platónico, uma paixão que nunca vai acabar. Um flirt recheado de sensações que só existem por saber que de tão longe que está nunca lhe vou tocar. Uma empatia que nem a distância quebra e onde o desconhecido é o mistério que alimenta. Chegar lá quebraria com toda a certeza esta relação especial. Esta é a minha paixão platónica que procuro todas as noites....
Já passámos horas juntas, costumo até dizer que passo por lá muitas horas. Há até alguma cumplicidade entre nós depois de tantas horas juntas. Diria que ela tem algum poder sobre mim. Por vezes as fases da lua influenciam-me, o que não é de estranhar visto sermos essencialmente constituídos de água e ser a lua a responsável pelas marés. Não mudo propriamente de "maré" cada vez que muda a lua, mas a verdade é que por exemplo lua cheia me desperta os sentidos...
E toda esta história sobre a lua, onde havia tanto para dizer, é posta aqui por um motivo muito especial: esta semana tive o prazer de conhecer o último homem que pisou a lua. Um senhor extraordinário com um humor fantástico que me perguntou se eu gostava de ir à lua. Desiludi-o com um não. Na verdade este é um amor platónico, uma paixão que nunca vai acabar. Um flirt recheado de sensações que só existem por saber que de tão longe que está nunca lhe vou tocar. Uma empatia que nem a distância quebra e onde o desconhecido é o mistério que alimenta. Chegar lá quebraria com toda a certeza esta relação especial. Esta é a minha paixão platónica que procuro todas as noites....
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Diferenças...
Qualquer comentário à situação pecaria por pouco....quantas vezes o silêncio faz a diferença!
A diferença que tanto aprecio e julguei estar ao alcance de outros. Puro engano! Há os que nos surpreendem pela positiva e os que nos surpreendem pela surpresa da superficialidade, quantas vezes tão bem escondida...
No fim da história uma única certeza: jamais faria o mesmo. E isto é uma certeza!
A diferença que tanto aprecio e julguei estar ao alcance de outros. Puro engano! Há os que nos surpreendem pela positiva e os que nos surpreendem pela surpresa da superficialidade, quantas vezes tão bem escondida...
No fim da história uma única certeza: jamais faria o mesmo. E isto é uma certeza!
quarta-feira, 17 de junho de 2009
O número que não importa....
Ontem perguntaram-me o que é que eu achava do passar dos anos, falava-se de idade. Quase sempre me refiro a esta como um número que não representa necessariamente o mesmo para cada um. Talvez porque o tempo é o que fazemos com ele e todos o aproveitamos e vivemos de forma diferente! Quanto a mim o passar do tempo só me tem feito bem. Jamais trocaria a maturidade de hoje por menos uns anos. Hoje sei o que não quero, luto pelo que quero, distingo o essencial do acessório, tenho a capacidade de me aceitar como sou e, acima de tudo, sou muito melhor pessoa....Se isto é resultado do tempo, e do que tenho feito com ele, venham mais anos, venham rugas, venha a vida que me falta viver, venham momentos que irão fazer parte da minha história. A história de quem se sente bem com um numero num determinado tempo e anseia por novos números e ensinamentos....
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